Falando de Educação…

Introdução

Até os dias atuais uma visão negativa do povo brasileiro persiste em nosso imaginário. Esta visão desqualifica grande massa da população nacional e a joga em uma condição de inferior como cidadão. Mas que visão é essa? É a de que o povo brasileiro, por ser pouco instruído e educado, não sabe votar. Este discurso impele grande parte da população do nosso país a uma condição de cidadão de segunda classe. Mas quando foi arquitetado este discurso, e em que momento histórico ele ganhou força suficiente para nos assombrar nos dias atuais?
Vejamos. A pergunta anterior não possui uma resposta, em se tradando de data, exata. O certo é que aos poucos, após o advento da Republica Brasileira, esta idéia desqualificadora do povo da nossa nação se sedimenta. Na década de 1940, boa parte da população nacional já era vista com não dotada de consciência política. A descrença no povo brasileiro era muito difundida. Não demorou para a elite brasileira defender que o povo tinha a necessidade de ser tutelado por um grupo que detivesse a consciência, protegendo esta massa deles mesmos. Com isso a participação política de um contingente enorme da população diminui. Os discursos deste grupo minoritário eram mais facilmente legitimados, por que possuíam o poder e eram considerados autoridades (intelectuais, políticas, financeiras, educacionais e sociais). Logo, suas palavras possuíam mais força para modificar nossa realidade. Para as elites, o povo ainda não possuía educação para a cidadania responsável, pois ele é um corpo despreparado. Na verdade, a intenção dos grupos que detinham o poder era manter o controle social e o status quo.

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Vídeos – Projeto Juventude e Polícia da PMMG

Vídeos produzidos durante o trabalho de campo da disciplina “A Escola no Mundo Contemporâneo” do Departamento de História da FFLCH/USP.

O Projeto Juventude e Polícia da Polícia Militar de Minas Gerais foi desenvolvido qno formato piloto em 2004, e visa reduzir os estereótipos gerador entre os policiais e os jovens, sobretudo os jovens dos aglomerados e das periferias das grandes cidades. Através de apresentações musicais e oficinas culturais de percussão, vídeo, circo, teatro e grafite, coordenadas por jovens do Afro Reggae e realizadas dentro de batalhões da Polícia Militar, a iniciativa procura estabelecer um diálogo entre a cultura policial e a cultura dos jovens. Associado a este objetivo, o projeto busca produzir uma nova imagem da polícia, associada positivamente à cultura e à arte e dissociada dos estereótipos de violência e discriminação; e produzir uma nova imagem dos jovens moradores de aglomerados e favelas dissociada dos estereótipos da criminalidade.

Você pode ler mais sobre esse projeto no site do Projeto Juventude e Polícia da PMMG.

Vídeo 1

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Vídeos – Salão do Encontro

Vídeos produzidos durante o trabalho de campo da disciplina A Escola no Mundo Contemporâneo do Departamento de História da FFLCH/USP

Inicialmente, o Salão do Encontro constituiu-se de um espaço para que moradores de um bairro periférico de Betim, quase rural naquela época, pudessem ter uma alternativa para se capacitarem e ingressarem ao mercado de trabalho.

Desde sua fundação, o Salão desenvolveu sua vocação institucional com asfamílias. Assim, sempre considerou a participação de todos os membros da família: avós, mães, pais, filhos, em sua construção.

Este pensamento de trabalho centrado na família exigiu que o Salão ampliasse as suas atividades para pessoas de diferentes idades, necessidades e demandas, surgindo os programas permanentes.

Através destes programas, o Salão do Encontro estabeleceu uma linha de trabalho com olhos voltados para a sustentabilidade dos indivíduos acolhidos inicialmente em situação de risco.

Para maiores informações, você pode visitar o site do Salão do Encontro.

Vídeo 1

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Vídeos – Instituto Inhotim

Vídeo produzido durante o trabalho de campo da disciplina A Escola no Mundo Contemporâneo do Departamento de História da FFLCH/USP.

Instituto Inhotim

O Instituto Inhotim foi idealizado e criado pelo empresário Bernardo Paz em meados da década de 1980.Em 1984, o local recebeu a visita do renomado paisagista Roberto Burle Marx, que apresentou algumas sugestões e colaborações para os jardins. Desde então, o projeto paisagístico cresceu e passou por várias modificações.

A propriedade particular foi se transformando com o tempo. Começava a nascer um grande espaço cultural, com a construção das primeiras edificações destinadas a receber obras de arte contemporânea. Ganhava vida também o rico acervo botânico, consolidado a partir de 2005 com o resgate e a introdução de coleções botânicas de diferentes partes do Brasil e com foco nas espécies nativas.

Você pode ter mais informações visitando o site do instituto Inhotim.

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Prazos e Relatórios

Para quem não esteve na reunião do dia 23/11 com a Profª Zilda, ficou decidido que:
O prazo para entrega das notas finais ficou para 20 de Janeiro.
Foi cancelado 1 relatório da unidade 3, ou seja, devemos entregar somente o relatório de viagem ou, para quem não foi na viagem, 2 relatórios da unidade 3.

Para os grupos em que houver necessidade, por favor, solicitem uma reunião de grupo com a Zilda para definir o fechamento dos trabalhos. Mandem email para ela. zilda.iokoi@gmail.com

Textos enviados pela professora Zilda para discussão em sala de aula:

∎  O transbordo do copo de cólera
Entrevista com o sociólogo Michael Löwy.

∎  A geração dos anos de 1960: o peso de uma herança
Irene Cardoso.

Grupo 4 – Vespertino: A representação iconográfica do jovem ao longo do século XX

Membros:
∎ Daniela
∎ Larissa Maia Artoni
∎ Maíra Poleto Mielli
∎ Natália Godinho
∎ Rodrigo Santos de Souza
∎ Rosana Nascimento Rocha
∎ Solania Horti

Mídia:

Trabalharemos com a iconografia produzida no século XX a respeito dos jovens; o material utilizado será principalmente a fotografia e anúncios publicitários.

Objetivo do trabalho:

Nosso objetivo é de verificar como se deu a representação do jovem ao longo do século XX a as decorrentes mudanças de representação de acordo com contextos e objetivos específicos de cada período histórico. Além disso, trabalharemos com bibliografia especializada sobre a questão do jovem no mundo contemporâneo para sustentar uma análise destas imagens.

Projeto para publicação:

O trabalho a ser publicado no blog da disciplina será de um vídeo em que se apresentará a série iconográfica selecionada pelo grupo, juntamente com excertos da bibliografia pesquisada, que virá especificada no final do vídeo, juntamente com as fontes e arquivos iconográficos pesquisados.

Grupo 6 – Vespertino: Filmes

Membros:
∎ Arthur Hussne Bernardo
∎ Mariana Carvalho Teixeira
∎ Mayna Venturini Silva
∎ Nara Santos Buzzo

Trabalho:

Análise e discussão de dois filmes: Entre os Muros da Escola e Os Incompreendidos. O objetivo será propor idéias de discussão e atividades a partir dos filmes sobre o papel do jovem na escola e na sociedade, a crise da escola na história, a visão dos alunos e a visão do professor, e outras questões que surgirem no decorrer da análise realizada pelo grupo.

Grupo 2 – Vespertino: Contos

Membros:
∎ Diego Campos Silva Franco
∎ Gabriel Cabral Bernardo
∎ João Victor Rosa
∎ Rafael Tonet Rensi
∎ Rafael Cardoso de Almeida Lope
∎ Bruno da Fonseca Miranda
∎ Bruno Jeuken Souza
∎ Paulo Eduardo David

Estamos organizando uma seleção de contos que envolvam o jovem, alguns de criação original (por conta da questão dos direitos autorais). Junto deles, uma descrição clara e direta sobre como analisar estes contos, tirando deles a imagem que é feita do jovem.
Entre os contos conhecidos temos “Conto de escola” e “Uns Braços” de Machado de Assis.

Grupo 2 – Noturno: Jogos de Tabuleiro

Membros:
∎ Mirella Rosenberger
∎ Augusto Russo
∎ Demétrius Siqueira
∎ Lucas
∎ Ariel
∎ Flavia
∎ Glauco
∎ Daniele Camargo

O projeto será um Jogo de Tabuleiro com os acontecimentos em que os jovens participaram, descritos com mais detalhes abaixo:

Descrição das ideias do projeto:

Elaborar um jogo de tabuleiro (com cartas) para ficar disponível para download.
O foco seria (há possibilidade de revisão) os séculos XIX, XX e XXI, sendo que neste último os alunos elaborariam o final.
O jogo teria diversos enfoques, como político, cultural, artístico e etc. e trataria de dilemas, conquistas, perdas, obstáculos, rupturas e permanências dos jovens na sociedade ocidental (este item também poderia mudar).
O tempo será abordado sob a perspectiva de diferentes gerações em relacão ao aluno (pais, avós, bisavós, etc.)
O grupo precisa definir alguns detalhes básicos como marcos espaciais e temporais e também elaborar o roteiro.