Trabalho Final – Grupo 4 – Vespertino – A representação iconográfica do jovem ao longo do século XX

 

A seguir, você pode conferir a galeria de imagens utilizadas no trabalho.

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Trabalho Final – Grupo 6 (Vespertino)

Análise e uso em sala de aula dos filmes Os Incompreendidos e Entre os Muros da Escola

No presente trabalho, faremos uma interpretação de dois filmes de modo a criar propostas de discussão com vistas a compreender a realidade do ambiente escolar e o lugar do jovem nele.

Para tanto, concebemos a instituição escolar como sendo estrutural e sistêmica. Ou seja, a escola como uma estrutura que, apesar de estar em mudança constante devido a sua historicidade, não mudou completamente, conservando muitas de suas características ao longo do tempo. Sistêmica porque abriga uma série de características e elementos que abrigam um conjunto de relações entre si; um exemplo é o professor e o aluno e a relação entre os dois.

Nesse sentido, nossa intenção em comparar os dois filmes é elencar problemas antigos da escola (já que a obra Os Incompreendidos data de 1959) e questões atuais (pensando que Entre Os Muros da Escola foi lançado em 2007). Os quase cinqüenta anos que separam um filme do outro servem para repensar as práticas educacionais e enxergar os problemas que persistem no mundo atual e os novos. Dessa maneira, as duas obras guardam uma complementaridade potencial a ser explorada a fim de obter conclusões acerca da escola no contemporâneo.

O trabalho pode ser lido no seguinte link:

A seguir, o trailer dos filmes, seguidos do link para seu download.

Os incompreendidos

Efetuar download de “Os Incompreendidos”

Entre os Muros da Escola

Efetuar download de “Entre os Muros da Escola”:

Trabalho Final – Grupo 2 (Vespertino)

Proposta didática de análise literária: o jovem na literatura – análise participativa

Nosso trabalho propõe uma atividade a ser realizada na sala se aula. Indo direto ao ponto: a atividade consistirá em analisar obras literárias (seguindo algumas etapas de método que serão propostas) que tenham em seu conteúdo o jovem. Contos como Inveja, Uns Braços e Conto de Escola serão utilizados, assim como poesias e partes de romances.

Tais análises podem ser feitas ao longo de uma explicação do professor, por exemplo, a aula ministrada diz respeito aos problemas sociais brasileiros do século XIX, o professor pode sugerir como ilustrativo da situação a forma como um contemporâneo disso tudo aqui do Brasil, como Aluísio de Azevedo, enxergou a situação e construiu a figura, por exemplo, de um jovem, ou seja, como o jovem é visto por este autor. Depois de analisadas algumas obras em sala de aula, pelo professor, pretendemos que o aluno faça individualmente ou em grupo uma análise, para que perceba certos meandros das obras literárias, para que aprenda a pensar enquanto lê – mesmo que ainda erre em alguns momentos.

Para que não seja um trabalho inviável, a análise dos alunos deve ser de obras pequenas, menores em extensão (no fim do trabalho deixaremos uma lista de indicações). O terceiro movimento será opcional, dependerá do que o professor sentir em sua sala de aula: seria, então, a redação de um conto pelos alunos, que depois deverão trocar entre si para que, como feito anteriormente, analisem contos dos colegas e tenham os seus próprios analisados.

O trabalho final pode ser lido no seguinte link:

As obras citadas na Bibliografia do blog se encontram a seguir:

Falando de Educação…

Introdução

Até os dias atuais uma visão negativa do povo brasileiro persiste em nosso imaginário. Esta visão desqualifica grande massa da população nacional e a joga em uma condição de inferior como cidadão. Mas que visão é essa? É a de que o povo brasileiro, por ser pouco instruído e educado, não sabe votar. Este discurso impele grande parte da população do nosso país a uma condição de cidadão de segunda classe. Mas quando foi arquitetado este discurso, e em que momento histórico ele ganhou força suficiente para nos assombrar nos dias atuais?
Vejamos. A pergunta anterior não possui uma resposta, em se tradando de data, exata. O certo é que aos poucos, após o advento da Republica Brasileira, esta idéia desqualificadora do povo da nossa nação se sedimenta. Na década de 1940, boa parte da população nacional já era vista com não dotada de consciência política. A descrença no povo brasileiro era muito difundida. Não demorou para a elite brasileira defender que o povo tinha a necessidade de ser tutelado por um grupo que detivesse a consciência, protegendo esta massa deles mesmos. Com isso a participação política de um contingente enorme da população diminui. Os discursos deste grupo minoritário eram mais facilmente legitimados, por que possuíam o poder e eram considerados autoridades (intelectuais, políticas, financeiras, educacionais e sociais). Logo, suas palavras possuíam mais força para modificar nossa realidade. Para as elites, o povo ainda não possuía educação para a cidadania responsável, pois ele é um corpo despreparado. Na verdade, a intenção dos grupos que detinham o poder era manter o controle social e o status quo.

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Grupo 4 – Vespertino: A representação iconográfica do jovem ao longo do século XX

Membros:
∎ Daniela
∎ Larissa Maia Artoni
∎ Maíra Poleto Mielli
∎ Natália Godinho
∎ Rodrigo Santos de Souza
∎ Rosana Nascimento Rocha
∎ Solania Horti

Mídia:

Trabalharemos com a iconografia produzida no século XX a respeito dos jovens; o material utilizado será principalmente a fotografia e anúncios publicitários.

Objetivo do trabalho:

Nosso objetivo é de verificar como se deu a representação do jovem ao longo do século XX a as decorrentes mudanças de representação de acordo com contextos e objetivos específicos de cada período histórico. Além disso, trabalharemos com bibliografia especializada sobre a questão do jovem no mundo contemporâneo para sustentar uma análise destas imagens.

Projeto para publicação:

O trabalho a ser publicado no blog da disciplina será de um vídeo em que se apresentará a série iconográfica selecionada pelo grupo, juntamente com excertos da bibliografia pesquisada, que virá especificada no final do vídeo, juntamente com as fontes e arquivos iconográficos pesquisados.

Grupo 6 – Vespertino: Filmes

Membros:
∎ Arthur Hussne Bernardo
∎ Mariana Carvalho Teixeira
∎ Mayna Venturini Silva
∎ Nara Santos Buzzo

Trabalho:

Análise e discussão de dois filmes: Entre os Muros da Escola e Os Incompreendidos. O objetivo será propor idéias de discussão e atividades a partir dos filmes sobre o papel do jovem na escola e na sociedade, a crise da escola na história, a visão dos alunos e a visão do professor, e outras questões que surgirem no decorrer da análise realizada pelo grupo.

Grupo 2 – Vespertino: Contos

Membros:
∎ Diego Campos Silva Franco
∎ Gabriel Cabral Bernardo
∎ João Victor Rosa
∎ Rafael Tonet Rensi
∎ Rafael Cardoso de Almeida Lope
∎ Bruno da Fonseca Miranda
∎ Bruno Jeuken Souza
∎ Paulo Eduardo David

Estamos organizando uma seleção de contos que envolvam o jovem, alguns de criação original (por conta da questão dos direitos autorais). Junto deles, uma descrição clara e direta sobre como analisar estes contos, tirando deles a imagem que é feita do jovem.
Entre os contos conhecidos temos “Conto de escola” e “Uns Braços” de Machado de Assis.