Trabalho Final – Grupo 7 (Noturno) – Paris, 75005

Você pode baixar o trabalho clicando na imagem acima ou neste link.

O jovem estudante de história consegue se perceber como um ator ante os acontecimentos históricos ou permanece como um receptor de informações em sala de aula?
Na busca por instigar o jovem aluno de história a ser receptor de informações, fatos, dados (e, portanto, mais vulnerável  dos interesses daqueles que produzem estes elementos) propomos aqui um breve conto ficcional que pretende  evidenciar o papel ativo e moldador dos acontecimentos do jovem no mundo em que ele vive.
A partir de uma conjuntura e momento histórico marcados pelo aspecto revolucionário e, especialmente, pela tomada de consciência do jovem do seu papel comoformador da realidade, construímos uma narrativa que pretende instigar em outro jovem, o leitor, os elementos necessários para permitir a ele assumir uma posição de ator em sua realidade, e assim também de construtor dos acontecimentos.


Assim escolhemos os eventos na Paris de Maio de 68 como o cenário para o desenrolar dos acontecimentos que vão levar nosso personagem principal, Fernand, a se perceber como um agente do processo histórico. Para tanto, optamos por utilizar em contraposição eventos que nos permitem evidenciar a vulnerabilidade daqueles que se colocam como espectadores deste processo, passivos diante daquilo que acontece ao seu redor. Com este intuito, abordamos aspectos do Império Brasileiro e da Alemanha Nazista, momentos em que identificamos elementos que nos permitem traçar um retrato das consequências e impactos da passividade na formação do jovem. Mais especificamente, nos focamos na figura de D. Pedro II e nas características que marcaram tanto sua formação quanto sua ascensão ao trono, buscando evidenciar o caráter direcionado deste processo.

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Trabalho Final – Grupo 6 – Noturno: Uniforme Escolar

Você pode baixar o roteiro de trabalho completo clicando na imagem ou nesse link.

1. O professor deve instruir os alunos para que tragam de casa:

Alunos do Ensino Fundamental: fotos de familiares (pais, avós, tios) em período escolar.
Alunos do Ensino Médio: fotos (de jornais, revistas ou internet) de pessoas usando uniformes (no trabalho, no exército, na escola etc.).
O professor também pode dispor de imagens prévias.

2. Começar a aula passando o vídeo – o vídeo será composto de relatos de estudantes de diferentes escolas, de coordenadores e diretores e também de pessoas mais velhas sobre a experiência que tiveram na escola no que se refere ao uso ou não uso do uniforme escolar – que servirá como detonador da discussão.
3. Como se trata de um roteiro para uma aula de História (mas que pode, e deve, ser adaptado para outra matéria de Humanas), antes de entrar na questão do uso ou não uso de uniformes por aqueles estudantes presentes, pode-se levantar algumas questões apoiadas em exemplos históricos, de acordo com o conteúdo que os alunos já tiveram:

a) O uniforme cria uma identificação coletiva, uma identidade?
Exemplo: exércitos inimigos em uma batalha onde cada uniforme representa uma nação; times de futebol ao longo da história etc.

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Trabalho Final – Grupo 1 – Noturno: A relação das bandas de jovens nos anos 80 antes e depois da abertura democrática e sua relação com a política

Amanheci determinado a mudar
Agora vou ser punk até apodrecer
Apodrecer pra incomodar
Com meu mau cheiro empesteando seu jantar
Eu sou punk, nojento, e mais,
Eu quero é matar minha vovozinha
Botar veneno na cerveja do meu pai
Não acredito mais em nada
Vou cuspir na cara da empregada
Eu sou punk
Nojento, vulgar, demais.
(Raul Seixas, 1983)

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Apoio Pedagógico

O material selecionado (vídeo com imagens e informações das bandas e artistas; história em quadrinhos e biografias) pode ser fartamente utilizado como ponto de partida para discussões sobre os jovens brasileiros nos anos 80. Na época do fim da ditadura militar, início da redemocratização, luta pela volta de direitos civis, havia um “contentamento descontente” entre os jovens que podiam, aos poucos fazerem muitas coisas, mas ainda eram tolhidos pelas forças policiais que os perseguiam e os censuravam.
No final dos anos 70 e começo dos 80, após a crise econômica mundial, as diferenças entre ricos e pobres no Brasil ficou mais evidente. Os mais ricos tinham acesso ao que era produzido culturalmente no exterior, seja importando, seja vendo e ouvindo ao vivo nos EUA ou Europa. Desta forma a cultura punk chegou aos jovens de classe média de Brasília filhos de diplomatas e professores universitários. E também aos integrantes de bandas como Titãs e Ira! em São Paulo que estudaram em colégios particulares que lhes deram a opurtunidade de se dedicarem à música.

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Trabalho Final – Grupo 4 – Noturno – Aquarius: Do Passado ao Presente

Trabalho realizado pelas alunas Mariana Carvalho de Oliveira Rodriguez, Ana Julia P. Fernandes, Letícia Venâncio, Cinthia Ramos, Aline Serra, Mariana Rodriguez, Ana Carolina Pereira Lima.

Você pode acessar o trabalho completo em formato pdf clicando no link abaixo ou na imagem.

Grupo 2 – Noturno: Jogos de Tabuleiro

Membros:
∎ Mirella Rosenberger
∎ Augusto Russo
∎ Demétrius Siqueira
∎ Lucas
∎ Ariel
∎ Flavia
∎ Glauco
∎ Daniele Camargo

O projeto será um Jogo de Tabuleiro com os acontecimentos em que os jovens participaram, descritos com mais detalhes abaixo:

Descrição das ideias do projeto:

Elaborar um jogo de tabuleiro (com cartas) para ficar disponível para download.
O foco seria (há possibilidade de revisão) os séculos XIX, XX e XXI, sendo que neste último os alunos elaborariam o final.
O jogo teria diversos enfoques, como político, cultural, artístico e etc. e trataria de dilemas, conquistas, perdas, obstáculos, rupturas e permanências dos jovens na sociedade ocidental (este item também poderia mudar).
O tempo será abordado sob a perspectiva de diferentes gerações em relacão ao aluno (pais, avós, bisavós, etc.)
O grupo precisa definir alguns detalhes básicos como marcos espaciais e temporais e também elaborar o roteiro.

Grupo 1 – Noturno: A relação das bandas de jovens (principalmente rock) nos anos 80 antes e depois da abertura democrática e sua relação com a política

Membros:
∎ Marcelo De Rosso Buzzoni
∎ Ivan Malta
∎ Rauena Feitosa Alves
∎ Camila Yuri Miyasato
∎ Kleber Galvão
∎ Breno Pacheco Ribeiro

Objetivo:

Tentaremos mostrar neste trabalho como os jovens nos anos 80 se expressavam com relação à sociedade, à política, aos seus anseios e frustrações através da múscia, focando as bandas de Rock surgidas neste período em Brasília e São Paulo.

Mídia:

Um vídeo formado por trechos de clipes, shows e apresentações e entrevistas de bandas e artistas do período, fazendo um recorte do panorama cultural do Rock brasileiro.

Material didático:

Para acompanhar o vídeo, haverá um trabalho biográfico com as história das principais bandas que marcam este período: Legião Urbana, Capital Inicial, Plebe Rude (em Brasília); Titãs, Ira!, Inocentes (em São Paulo), entre outras, identificando seja no histórico das bandas ou de seus integrantes, seja nas letras de suas músicas, como estes jovens se relacionavam com o mundo em que estavam inseridos, quais eram as questões que eles levantavam.

Estão sendo feitas entrevistas com alguns artistas deste período, as quais farão parte tanto do material didático, como do vídeo. Já vimos até o momento que entre as bandas de Brasília e as de São Paulo, por mais parecidas que fossem no estilo da música e atitudes, elas tinham visões diferentes do mundo.

Serão sugeridas aos professores ideias de análise das letras de algumas músicas destes artistas que, contextualizadas neste período, identificarão algumas características dos jovens desta época.
Como algumas das fontes utilizadas estão os filmes “Botinada – A História do Punk no Brasil” e “Rock Brasília – A Era de Ouro”, além de vídeos de acervo das TVs Globo e Cultura, encontrados na internet.

Grupo 6 – Noturno: Uniforme Escolar

Membros:
∎ Nadiesda Carolina Dimambro Capuchinho
∎ Nina Galvão
∎ Ana Beatriz Costa
∎ Theo Ortega
∎ Theo Malouf
∎ Gustavo Ladeia
∎ Bruno Borgomoni

Estrutura do trabalho/mídia:
Roteiro de aula para professor abordar a questão do uniforme escolar em ambiente escolar (roteiro de aula escrito + vídeo para ser passado em sala)

Objetivo do trabalho:

Diante de uma bibliografia limitadíssima sobre tema e do fato de que se trata de um assunto pouco discutido e questionado inclusive entre os atores do ambiente escolar, intentamos levantar a discussão e colocar em pauta questões referentes ao uso de uniformes ao longo da história e, principalmente, dentro da escola. O intuito desse material é o de ser útil tanto para escolas que possuem o uniforme como regra quanto para as que não possuem. Na abordagem de pontos de vista díspares com relação ao uso dessa vestimenta, não intentamos lutar contra ou a favor do uniforme, e sim fazer com que ele seja discutido dentro da sala de aula. Continuar lendo

Grupo 8 – Noturno: Instrumentos para a articulação de trabalhos cênicos

Membros:

∎ Alexandre Ferreira Igrecias
∎ Bartholomeu Eneias Gomes da Silva
∎ Claudio Bernardino Junior
∎ Gabriella Fernandes
∎ Odimaro Barroso de Oliveira
∎ Talita Lima de Araujo

Instrumentos para a articulação de trabalhos cênicos

O presente projeto tem como objetivo estabelecer um arcabouço teórico que possibilite ao professor desenvolver trabalhos teatrais em salas de aulas com crianças e jovens de todas as idades. Entendemos o teatro como uma ferramenta pedagógica privilegiada, na medida em que possibilita ao educando o desenvolvimento de diversas habilidades que estão além do conteúdo formal das disciplinas escolares.

Diversos autores como Chauí, Marleu-Ponty e Vygotsky entendem a educação estética ou artística como um meio para atingir a formação individual mais completa, pois integram razão/emoção e corpo/conhecimento. O teatro, em especial, é apontado por Vygostky como uma atividade que constantemente cria as Zonas de Desenvolvimento Proximal (ZPD), conceito por ele desenvolvido para denominar os espaços em que os alunos podem entrar em contato com novos conceitos e, com isso, internalizá-los para que posteriormente possam significar a realidade em que estão inseridos. O teatro também favorece diversas interações sociais que contribuem para que o indivíduo aprimore sua leitura de mundo.

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