Trabalho Final – Grupo 7 (Noturno) – Paris, 75005

Você pode baixar o trabalho clicando na imagem acima ou neste link.

O jovem estudante de história consegue se perceber como um ator ante os acontecimentos históricos ou permanece como um receptor de informações em sala de aula?
Na busca por instigar o jovem aluno de história a ser receptor de informações, fatos, dados (e, portanto, mais vulnerável  dos interesses daqueles que produzem estes elementos) propomos aqui um breve conto ficcional que pretende  evidenciar o papel ativo e moldador dos acontecimentos do jovem no mundo em que ele vive.
A partir de uma conjuntura e momento histórico marcados pelo aspecto revolucionário e, especialmente, pela tomada de consciência do jovem do seu papel comoformador da realidade, construímos uma narrativa que pretende instigar em outro jovem, o leitor, os elementos necessários para permitir a ele assumir uma posição de ator em sua realidade, e assim também de construtor dos acontecimentos.


Assim escolhemos os eventos na Paris de Maio de 68 como o cenário para o desenrolar dos acontecimentos que vão levar nosso personagem principal, Fernand, a se perceber como um agente do processo histórico. Para tanto, optamos por utilizar em contraposição eventos que nos permitem evidenciar a vulnerabilidade daqueles que se colocam como espectadores deste processo, passivos diante daquilo que acontece ao seu redor. Com este intuito, abordamos aspectos do Império Brasileiro e da Alemanha Nazista, momentos em que identificamos elementos que nos permitem traçar um retrato das consequências e impactos da passividade na formação do jovem. Mais especificamente, nos focamos na figura de D. Pedro II e nas características que marcaram tanto sua formação quanto sua ascensão ao trono, buscando evidenciar o caráter direcionado deste processo.

No caso da Alemanha Nazista, optamos por um enfoque na Juventude Hitlerista, destacando a maneira como o jogo entre informação, conhecimento e aprendizagem, em um cenário de passividade dos jovens, permite a formação de pessoas com as características que se desejar, evidenciando a importância que assume a tomada de consciência do jovem ante os fatos históricos.
Os personagens, com exceção de Daniel Cohn-Bendit, bem como o documento nazista, são fictícios. Mas a conjuntura na qual se inserem é a mesma de Maio de 68, assim como os acontecimentos nos quais os personagens tomam parte. Sendo assim, propomos um conto que assume papel de material didático na medida em que aborda elementos da conjuntura histórica que nos permitem debater o elemento estrutural do papel do jovem na história.
Divirtam-se!


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